Pode acreditar, também sou corajosa e possuo seguranças, porque afinal, fiz a minha parte. Precisei desabar em quem de certa forma não me conhece, para perceber o que me fez parar no tempo. Por mais ingênuo, pequeno, miúdo e talvez, insignificante. Para quem vê, opina, julga e óbvio, não sente. Eu sinto. Sinto muito (em tom de lamento). Quanta vida martelando algo que, por maior que seja a força atribuída a ele não vai abrir nem um espacinho para um prego. Esse prego aqui, que bateu na porta.
Libertação. Foi isso. De quem disse o que queria e perdoou sem que o mesmo fosse solicitado. É, requerer sentimentos não faz parte do meu mundo. Guardar outros, também não. Continuaremos assim, sem uma - real - relação. Não há solução, quando não há mais nenhum problema.
Sou grata pelas pessoas que me trouxeram até aqui. Fizeste parte disso, mas eu não vi. E olha, se contar quantas vezes pensei e desejei olhar para o lado e ser, neta. Lembranças dos que se foram, eu - infelizmente - não tenho e a que eu poderia ter... bem, eu não sei ser neta.
Não posso exigir o amor de ninguém, já disse William Shakespeare. E, posso sim, fazer a minha parte. Fiz. O resto, a vida diz.
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