quinta-feira, 29 de abril de 2010
o errado virou certo
Segredo prestes a ser revelado, coberto por um inusitado cobertor.. que da uma mãozinha no frio que vem chegando pelo Sul. E agora, ficará, longe por horas, felizmente ou infelizmente. Sabe-se lá. Se a esperança antes cutucava, agora abre um sorriso de leve dizendo: - Presente! E escondida, distante ou transparente, sempre estará, presente. É repetitivo, eu sei, mas eu, com meu jeitinho de querer ver tudo certo, acabo ficando insegura - mais do que já sou - quando o errado se torna certo. A ironia disso tudo, dessa vez, não é minha. O que aconteceu, talvez. Mas, ela é do bem viu? Fez que a calma - olha só.. ela me encontrou! - mandasse notícias, boas. Agora é hora deixar isso tudo de lado, e viver, o outro lado, visto como normal, da vida.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Semana com um nada típico feriado no meio.. e a ansiedade batendo na porta. Mas o referencial não é ele. É o de sempre. Não adianta vir me dizer que pensamento positivo atrai bons ventos, porque eles voam pra longe de mim. Há um bom, digo nada bom, tempo. Eu penso, finjo que esqueço e lembro. Ah Esperança, sabia que quem não espera nada não se decepciona facilmente?
O calendário perturba. A correria do dia-a-dia não interfere. A chuva que ameaça, e por vezes cai, não acalma. Nem o chá quentinho antes de dormir, de camomila, nem ele. Como eu faço pra entender o que eu também não entendo? De onde saí essa angustia sem motivo real? Em cada trimestre, um dia. É como se eu fosse virar uma borboleta. Tivesse oportunidade de não ocupar ninguém, nem por um segundo. O gosto de liberdade que eu desconheço. Talvez não seje a última semana de ansiedade. Não será. Mas, novos motivos para anseios, por favor. Já não tenho como explicar, não há o que explicar. Quero poder dizer que estou contando os dias para um encontro ou um reencontro. Ou, o que vier.
Bom, Esperança, eu tenho um problema, quando eu te tenho em quantidade eu quero te ter em necessidade. Prezo pela sua existência, mas procuro evitar a forma que deseja me iludir. E bem, peço, já que anda me cutucando tanto, que não se afaste de mim ainda que eu me afaste de você.
O calendário perturba. A correria do dia-a-dia não interfere. A chuva que ameaça, e por vezes cai, não acalma. Nem o chá quentinho antes de dormir, de camomila, nem ele. Como eu faço pra entender o que eu também não entendo? De onde saí essa angustia sem motivo real? Em cada trimestre, um dia. É como se eu fosse virar uma borboleta. Tivesse oportunidade de não ocupar ninguém, nem por um segundo. O gosto de liberdade que eu desconheço. Talvez não seje a última semana de ansiedade. Não será. Mas, novos motivos para anseios, por favor. Já não tenho como explicar, não há o que explicar. Quero poder dizer que estou contando os dias para um encontro ou um reencontro. Ou, o que vier.
Bom, Esperança, eu tenho um problema, quando eu te tenho em quantidade eu quero te ter em necessidade. Prezo pela sua existência, mas procuro evitar a forma que deseja me iludir. E bem, peço, já que anda me cutucando tanto, que não se afaste de mim ainda que eu me afaste de você.
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